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Globalização Ingênua A globalização
é um novo fato no mundo. Não existe dúvida de que
a tecnologia, as comunicações e a economia conduzem a fazer
do planeta uma unidade mais entrelaçada, complexa e inter-relacionada.
Também é um fato que tal acontecimento tem efeitos em todos
as áreas da vida social e, sensivelmente, na economia.
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| Posto | Turma | Número | Guerra | Nome | |
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| 62 | 62-061 | Röhrig | Paulo Roberto Röhrig de Britto | ||
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| 63 | 66-194 | Gonçalves | Hélio Gonçalves | ||
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| 66 | 66-010 | Osvaldo | Osvaldo José de Oliveira | ||
Criada
e mantida pelo 68-418 Berardinelli, a página da Turma de 68 da
EPCAR ganhou novo visual nota dez!!!! O capricho dedicado ao site o faz
merecedor de iBest BQano. Parabéns ao Berardinelli, parabéns
ao Temístocles pela informações que presta ao editor
para manutenção da página viva, parabéns ao
Santos Oliveira por sua cobertura fotográfica e textual das reuniões
mensais, alias a da última sexta-feira, 30 de março já
está no ar, com fotografias, enfim parabéns para todo mundo
que contribui e prestigia o espaço virtual dos 68s.
Visite-a em http://www.mastersite.com.br/epcar68
A Turma de 65 da EPCAR comemorou seus 36
anos na sexta,
dia 30 de março, com um belo jantar dançante no play do
65-087 Piacesi. O buffet, de alto nível, as músicas, anos
60, irretocáveis, permitiram aos presentes um rosto-a-rosto e arrulhos
de paixão.
O BuscAérea completou 20.000 vistas
em 15 meses de existência. Muito obrigado
a
você visitante, pelo seu apoio, seus comentários, seu carinho
e sua visita, sem a qual já teríamos saído do ar!!!

O BuscAérea recebeu os exemplares de janeiro e fevereiro da revista
Educação e os exemplares de dezembro de 2000, janeiro, fevereiro
e março de 2001 da revista Melhor - Vida & Trabalho. O recebimento
foi uma gentil do BQano da Turma de 87, o 87-088 Gumercindo que é
editor-assistente da revista Melhor - Vida & Trabalho e responsável
pela seção Mosaico da revista Educação. Ambas
as publicações da melhor qualidade, não só
na qualidade de impressão, papel, diagramação e bom
gosto, mas principalmente em seu conteúdo. Isso não acontece
por acaso. Em todo lugar que encontramos um BQano, encontramos dedicação,
esmero e qualidade. Parabéns a Editora Segmento
pelas publicações e por ter em seu quadro um profissional
da estirpe do Gumercindo.
Acontecerá no próximo dia
de 7 de julho o 1º Churrasco Inter-Turmas de nossa confraria. Este
evento,
histórico,
acontecerá no Campus das Goiabeiras, da Universidade Federal do
Espírito Santos, gentilmente colocado à nossa disposíção
pelo 65-386 Weber.
Este 1º Encontro Inter-Turmas vem sendo articulado a muito tempo
pelo 69-215 Silva Porto e, agora, com a oferta feita pelo Weber poderá
ser realizado.![]()
Breve maiores informações sobre o evento e como se inscrever,
aqui, no BuscAérea
É com grande alegria
e satisfação que comunicamos a assinatura, ontem à
noite, do termo de adesão à AEPCAR pelo ex-aluno 65-386
Weber, José Weber Freire Macedo, Reitor da UFES
- Universidade Federal do Espírito Santo.
Foi um momento de muita emoção,
pois estávamos na sala dele na Reitoria e assistimos duas fitas,
a de Comemoração dos 30 anos da Turma de 69 e a de 50 anos
da nossa querida EPCAR. Cada Assessor ou Professor que entrava na sala
era convidado a assistir um pouco da fita, tal o orgulho e a emoção
que tomou dele e de mim. O Weber nunca mais teve a oportunidade de participar
de qualquer evento, desde que saiu da Escola, e nunca mais retornou a
Barbacena. Ontem (29 de março), assistindo as fitas, pode rever
sua juventude passando em câmara lenta.
Aproveitou a oportunidade e colocou a estrutura da Universidade para fazermos
o encontro de todos os residentes aqui: VITÓRIA DOS BQANOS.
Sda BQanas![]()
69-215 Silva Porto
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63
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63-013
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Vilarinho
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Paulo Roberto Cardoso Vilarinho |
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66
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66-417
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Vilarinho
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Ricardo Luiz Cardoso Vilarinho |
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70
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70-098
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Vilarinho
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Celso LuizCardoso Vilarinho |
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72
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72-162
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Vilarinho
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Marco Antônio Cardoso Vilarinho |
![]() |
Jubileu de Coral da Turma
de 66
A grandiosidade das festividades do evento "dá um VI" e invade BQ! |
![]() |
Tudo começa na sexta-feira,
como não podia deixar de ser, no tradicional Gino's. Um a um os
cavaleiros alados da Nata da Força Aérea infiltram-se no
recinto do tabernáculo. A senha é: A Noite dos Abraços.
Quando todos os espaços estratégicos foram tomados é
declarado: À La Chasse! Tarjetas de identificação
são distribuídas, modernas, com visual insuperável,
permitindo que cada um saiba exatamente quem é seu interlocutor.
Desnecessário dizer que a tônica da noite é a emoção.
O que se vê são corpos que se abraçam tomados pelo
aperto no coração de uma saudade que pode chegar perto dos
35 anos. Olhos marejados, disfarçadamente enxugados por um lenço
aqui, uma manga de camisa ali ou mesmo as costas da mão, transformam
estes homens cinqüentenários em adolescentes. A noite não
acaba e nunca acabará. Ficará gravada na memória
de cada um dos presentes pela eternidade, mas o dia seguinte os espera
e, cada um na autonomia que lhe é permitida, recolhe-se para abastecimento.
O dia raia, alguns testemunham. A alvorada é festiva. O lendário
Moreira desperta cada um de nós com o som de sua corneta. Será
real o toque ou apenas nosso espírito que é tocado? Não
importa. Corpos cansados, almas reabastecidas, descem para o rancho. Frutas,
ovos mexidos, presunto, queijos, geléias e outras guloseimas dispostas
sobre a mesa são pegas, colocadas sobre os pratos e degustadas
com sabor de café com leite com pão e manteiga. O toque
de reunir no pátio da Bandeira é ouvido e os retardatários
saem correndo dos ranchos, deixando ainda por terminar o regalo nas bandejas.
A banda já alinhada no pátio
presencia a chegada de cada um de nós. Quem ainda não tinha
se visto, abraça-se. Quem já abraçara, o faz novamente,
afinal este momento é mágico.
Ouve-se o toque de sentido, seguido do de reunir, do de cobrir, enfim,
a maioria não se lembra mais o significado exato de cada um deles,
mas o sentido é sentido e todos entram em forma.
O locutor oficial do evento - 66-071 Cícero
- faz a leitura dos trâmites de praxe e a incorporação
dos etéreos é comandada. A cada um que entra em forma sua
falta é retirada com o grito de "presente", ecoado por
toda a companhia.
De repente, é ouvido do fundo do
palanque, um brado:
- Alguém cansado?
Um sonoro não, sem a intensidade desejada é respondido.
Novamente aquela voz ecoa:
- Não ouvi direito. Alguém cansado?
- NÃO!!!!
Desta vez satisfatório e ficamos um pouquinho mais jovens.
A companhia move-se sobre a ordem de "ordinário
marche" e uma volta olímpica é dada no pátio
da Bandeira. A tropa é recebida com uma salva de palmas ao passar
em frente ao palanque onde filhos, esposas, comandantes, convidados e
alunos de outras Turmas assistem a tudo, todos com a mesma pergunta em
seus corações: o que faz, ou o que traz, um bando de marmanjos
a uma cidade, encravada na serra da Mantiqueira, a cada cinco anos? Que
mistério é este?
Nós sabemos.
O fora de forma é comandado e a tropa segue para o artarium.
A tradicional ficha de atualização
cadastral é distribuída na entrada e, obviamente, a maioria
permanece em branco, na saída.....
Com quase todos sentados, o locutor, agora travestido de mestre de cerimonias,
inicia os trabalhos, convoca à mesa os atuais dirigentes da Sociedade,
comunica que seu período ditatorial está chegando ao fim,
afinal 15 anos está de bom tamanho, anuncia que haverá eleições
e proclama que os trabalhos estarão sob a égide do "crepitar
do churrasco".
O Comandate da Escola entra no cinema,
sua presença é anunciada e ele é recebido, de pé,
por todos os presentes, com uma salva de palmas.
A Escola declama seu amor por todos os seus alunos, anuncia que todos
são bem-vindos, que esta é a sua casa. Trinta minutos depois,
temos a certeza de que nasce ali uma nova Escola e lamentamos não
termos mais 15 anos para podermos voltar aos bancos da EPCAR, da nova
EPCAR, modernizada no metódo de ensino, na visão da preparação
do ofical da Força Aérea para o futuro, um misto de aviador
e astronauta, uma Escola regida pelo retorno do Código de Honra,
e muito mais. Podemos prever que temos "um novo Camarão"
dirigindo nossa Escola.
Terminada a apresentação
do institucional, placa comemorativa alusiva ao encontro é entregue
ao Brig. Washington, pelo 15-071 Ramon, de apenas 11 meses, na pessoa
do 57-137 Clarindo, autor de Memórias de um BQano, com nossos agradecimentos
pelo carinho com que a escola sempre nos recebe.
Ainda em "Agradecimentos", são citados a Comissão
Organizadora, o apoio dos "locais" da Turma e a ajuda dos professores
no evento "Baile".
Dando proseguimento, o 66-146 Dibe, vindo de Brasília, assume a
tribuna e solicita ao Comandante da Escola 581 cópias do Código
de Honra. Um silêncio interrogativo percorre o cinema até
que, após feita uma simples conta de somar, o artarium é
sacudido por uma estrepitosa salva de palmas. Passado o impacto de sua
sutil observação, Dibe prossegue citando nominalmente todas
as autoridades presentes, inclusive o quase Brig. do Ar, o 66-010 Osvaldo.
Um pacote surge em suas mãos e ele, emociado, mas mantendo posição,
relata que a Escola não tem registro fotográfico da Turma
e que, o 66-141 João Rodrigues doará parte de sua vida,
isto é, todos os registros que ele, Jãodamooooca, ao longo
dos 36 anos de sua convivência com a EPCAR, colecionou, começando
com a ficha de inscrição no concurso, o tão esperado
telegrama de aprovação, tarjetas, platinas, guias, enfim
sua vida foi novamente entregue à Escola, assim como há
35 anos seus pais também o fizeram. Ciente da responsabilidade,
o Comandante recebe o precioso presente e determina sua guarda para que
este seja o primeiro acervo da Casa do Ex-Aluno, a ser construída
no prédio do antigo laboratório de química. Um uníssono
"bravo" toma conta do auditório.
Haja coração!
A campanha assistencial deflagada no âmago da Nata é apresentada
pelo 66-036 Nerosky. O objetivo era conseguir verba suficiente para aquisição
de uma máquina industrial de lavar roupa para a Sociedade São
Miguel Arcanjo. A meta financeira foi alcançada em parte, mas a
essência da campanha foi coberta de êxito. Participaram desta
campanha mais de 200 assinaturas o que demonstra a magnitude do empreendimento.
Estão todos de parabéns.
O que segue é indescritível.
Inútil tentar descrever. As palavras exatas me fogem para que o
sentimento do discurso permaneça. Com a fala embargada e entrecortada
pela emoção que brotava de seu coração, o
66-133 Breves, com os olhos marejados e a mão trêmula, as
pernas com certeza lhe faltavam pois suas mãos o seguravam na tribuna,
sua voz é ouvida muito mais com o coração do que
com o ouvido. O auditório, em sintonia com seu orador, chora. O
silêncio cala fundo, quebrado apenas por um soluço mais forte.
Breves fala da Escola, Escola esta nutriz de nossa formação
moral, intelectual e cívica. Que nos forjou. Uma mãe que
nos acolheu em seu ventre.
Refeito o auditório, é iniciado o processo eleitoral e a
chapa ChurraSampa, encabeçada pelo 66-123 Saul é eleita
prometendo dar prosseguimento à ditadura. Oops! Última forma!
Dar prosseguimento às realizações e as conquistas
de seu antecessor, reconhecendo, porém, a dificuldade do que é
esta tarefa.
O futuro presidente convoca o PQD
69-216 Burnier e lhe entrega um quadro onde uma foto retrata o primeiro
salto de paraquedas da Turma. É uma justa homenagem para quem tanto
ajudou no sucesso do Jubileu.
Nossa Associação se
faz presente com a fala do Presidente da AEPCAR, o 59-063 Laranja.
Ao apagar das luzes, o 66-028 Gahyva
assume o microfone e pede uma salva de palmas pelo trabalho desenvolvido
pela diretoria que sai. O auditório explode e reconhece o mérito
do 66-071 Cícero, de toda sua diretoria e dos fiéis colaboradores.
Parabéns a todos.
O evento seguinte ao do cinema é
a tradicional foto em frente ao Comando da Escola. Em menos de 2 minutos
todos ocupam seus lugares e a foto é feita. Doce ilusão.
Valeu a tentativa. Como ela ficará é fácil de se
saber: a fachada de nossa Escola ao fundo e todos numa foto, difícil
de identificar quem é quem, fácil de identificar a recordação.
Finalmente toca o rancho e lá fomos nós para o COEP.
A fome é negra, o churrasco
farto, em todas suas acepções. Entre comes e bebes, o que
mais se vê é a alegria do re-encontro. A chamada por Turmas
de salas de aula para recebimento dos brindes é aproveitada para
uma foto e mostra que o maior contigente é o da turma "A",
seguida pela "C".
Uma nova chamada é feita e, desta vez, todos já descontraídos,
a fome aplacada, a saudade, se não morta, pelo menos amainada,
o chopp agindo e brincadeiras rolando, lá fomos nós para
a arquibancada da piscina para nova tentativa de uma foto oficial do evento.
Dizer que estavam todos bem comportados seria politicamente correto, mas
ninguém acreditaria. As brincadeiras tradicionais como chifrinhos,
um caindo por cima do outro, o empurra-empurra, uma "ôla"
é tentada em vão, o 66-151 Sérgio molha todo mundo
com a água do chuveiro ali existente e a torcida para que alguém,
miolo, com uma máquina na mão desse um passo atrás,
em falso e, tchibum na piscina, o que, felizmente, não acontece.
Voltar a ser adolescente, ou até mesmo criança, é
um privilégio que a nós é dado.
O churrasco atravessa a tarde, agora ritmado pelos pagodeiros da Turma,
e ninguém sabe quando e como ele acaba, se é que acaba.
São 22 horas e os primeiros acordes ecoam do Barbacenense. Quem
os tiram são os Cry Babies!!! O corpo pede cama e a alma, dança.
Impossível conter nossos pés e lá fomos nós
ao encontro do Barbacenense. Quantas histórias que ainda não
podem ser contadas. Quantas já foram e são lembradas, muitas
com sorrisos marotos, outras com estrondosas gargalhadas. Tivemos nos
encontros de 25 e 30 anos paixões nascidas ou reatadas. O mesmo
se dará nos 35? Só o tempo dirá, como tem nos ditos
muitas coisas. Histórias boas permanecem, as ruins, na época,
hoje já são contadas como folclore.
A festa dos 35 propicia a 2 integrantes mostrarem para seus filhos que
a EPCAR não é feito pé cobra. Eles foram localizados
e puderam mostrar a seus filhos que a EPCAR existe, como também
existem as histórias que eles contavam. Apesar de estarem afastados
há muito, permaneceram conectados.
A decoração do salão,
soberba. Desde o convite, num esmero só, passando pelo centro de
mesa e terminando nos 7 galhardete espalhados pelo balcão do salão.
Difícil dizer o que estava mais bonito, mas caso tivesse que escolher
algum, acredito que os galhardetes venceriam. Dos 7, 3 estampavam as bolachas
da Turma, a saber: a bolacha "Só Coceba" de BQ, a da
AFA, sucesso não só por sua beleza, mas pela feliz coincidência
de vivermos a época do "tigrão" - estas duas foram
redesenhadas e seus traços modernizados, porém sem perder
sua identidade, e a asa que já nos acompanha em nossos jubileus,
cercada pelo ramo de louro. Os outros 4 ensejavam nossos comandantes e
mestres. Um deles com a caricatura do Kurka, presente a todos os eventos
do Jubileu, o do então Capitão Castelo perguntando se havia
alguém cansado. As outras duas mostravam os Capitães Sampaio
e Pliopas e suas frases inesquecíveis. Enfim, de cima de seus quase
2 metros, está surpresa, preparada pela comissão organizadora
irá, sem sombra de dúvida, ser copiada por outras Turmas,
uma vez que a festa continha goteiras.
É a Turma de 66 fazendo história.
Quando o último acorde dos
Cry Babies é ouvido, já passava das três e meia da
manhã, mas o som do baile continuará ecoando por muito e
muito tempo....
O domingo amanhece, a cidade dorme
e nós, pré-cadetes não viemos aqui para dormir. Então,
vamos ao trabalho. Ainda não eram 10 da manhã, dix da Place
dItalie, troisième etàge, Monsieur Thibaut, quem não
se lembra, mas deve ser o sono, o destino não é Paris, mas
Antônio Carlos.
A entrega dos donativos se faz necessária
e para lá encaminham-se os organizadores da campanha. Nossa comissão
é recebida com honras militares, pelo menos eles assim nos fazem
crer, o agradecimento é efusivamente demonstrado e o carinho expresso
na encenação de uma peça teatral por eles apresentada.
Difícil dizer o muito que a campanha significou para eles e nossa
presença, ali, é um elo de esperança para um mundo
melhor.
Acontecendo, quase que simultaneamente,
a missa na capela da Escola. O espaço é pequeno para alojar
todos os que para ali se dirigem em busca das bênçãos
e em agradecimento por tudo o que vivenciamos em BQ.
Pouco depois, para que a geração
futura saiba o que aconteceu nos dias 23, 24 e 25 de março de 2001,
dirigimo-nos ao placódromo onde, fixada sobre uma base sólida
de granito, ali estava nossa placa alusiva ao Jubileu de Coral da Turma
Brigadeiro Camarão - EPCAR 66 / AFA 69 - A Nata da Força
Aérea.
Dizem, os mais sensíveis, que
uma alminha foi vista atrás de nós, como sempre fez ao longo
dos cinco anos da segunda metade da década de 60. Fica aqui, o
nosso muito obrigado a você, nosso Comandante maior, a quem nossa
Turma homenageia e o senhor seu nome nos empresta.
Esteja onde estiver, queira olhar sua ala e verá os etéreos
66, sempre ao seu lado.![]()
