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A história de
todas as Turmas
Lançado
em 1981, praticamente 25 anos depois de seu ingresso na EPCAR, o
livro narra as alegrias, desventuras, encontros e descaminhos de
tantos jovens que, a exemplo do autor, um dia, deixaram suas casas,
suas famílias e foram ao encontro do sonho de voar; uns por determinação,
outros por necessidade, alguns por mero acaso.
O enredo deste livro se escreve apenas com números. Símbolo, signo,
ícone, cada um deles reconta uma história, juntos recuperam uma
Turma; memória e espelho, esses mágicos algarismos identificam os
que se foram e, de certa forma, os que ainda virão. Com eles, Clarindo
teceu sua escritura e inaugurou uma teia de reencontros e descobertas;
os números mágicos refazem o caminho da meninice que, um dia, ajudaram
a ocultar por sob a dobra das asas da Águia Altaneira e que, hoje,
são, eles mesmos - exatamente, a chave para sua retomada.
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Poeta, romancista,
cronista, contista, articulista, nascido em Campos, em 19 de fevereiro
de 1936, seu amor à palavra escrita vem de menino, quando, de tanto
gostar de alguns textos, lia até decorá-los. Cresceu gostando de
ler e de escrever e, sobretudo, de contar histórias e nem mesmo
a atividade empresarial a que se dedicou por alguns anos o afastou
da literatura. Além dos livros, tem várias poesias, crônicas e contos
editados em publicações diversas.
A literatura e uma especial vocação à vida gregária o levaram a
desenvolver também uma intensa atividade no Sindicato dos Escritores
do Município do Rio de Janeiro, tendo participado, inclusive, com
trabalhos de sua autoria em coletâneas de contos lançadas por aquela
instituição, onde chegou a ser responsável pelo Departamento Cultural.
Esse mesmo sentimento gregário e uma especial relação com a Força
Aérea fez de Clarindo dos Santos um nome sempre presente desde a
fundação da AEPCAR, de que foi Diretor de Comunicação, por três
anos, com participação ativa no jornal O BQano - que leva este nome
em homenagem a seu livro de memórias - sendo eleito, em 1999, Presidente
do Conselho Deliberativo da Associação.
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Quando
o 56-137 escreveu Memórias de um BQano imaginou que estaria escrevendo
a história de sua Turma
Ledo
engano.
Clarindo dos Santos escreveu a história de todas as Turmas!
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Embora
não tivesse chegado a ser publicado em decorrência de problemas com
a editora, Ponta de Rua é um livro com o qual o escritor
tem um especial vínculo afetivo. Escrito em 1982/83, narra a história
de um grupo de meninos da rua de sua infância, no subúrbio carioca
de Irajá, onde, lá na ponta, em seu final, passava o trem de Rio dOuro |
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Editado
em 1984 e reeeditado em 1999, este livro é fruto da vivência do
autor como Gerente da Base de Operações de Helicópteros da Petrobras
em Campos, nos anos 80. No trajeto diário do Hotel Palace, onde
residia, até o Aeroporto da cidade, havia uma ponte; desta ponte,
do seu carro, Clarindo observava um canoeiro pescando manjubas,
até que um dia, parou, desceu o barranco e foi falar com o homem.
Daí nasceu o Tio Dodô, personagem principal desta história, motivada,
afinal, pelas preocupações político-sociais que sempre mobilizaram
o escritor
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Trata-se
de um romance, editado em 1987, tipicamente carioca e eminentemente
urbano; ambientado ao sopé de uma favela, na enxurrada das coisas
boas e más que rolam para a cidade, do samba ao jogo do bicho.
Tem , como pano de fundo, nas palavras do autor, "essa gaiola
chamada edifício de apartamentos, onde cada janela oculta uma história
trágica, feliz ou tragicômica"
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No
prelo
Este
livro detalha aspectos do acidente entre um T-21 da Escola de Aeronáutica
dos Afonsos e um Viscont da Vasp, em janeiro de 1959. Este acidente
acelerou a transferência da Escola de Aeronáutica do Rio de Janeiro
para Pirassununga
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O telefone celular acima está, no momemto, desligado.
Os livros poderão ser encontradas no seguinte endereço:
Av. Rio Branco 251, sala 1302 (Clube Militar, entrada pela Rua Santa Luzia)
Tels: (21) 2510-3948 e 2510-3827 (fax)
Segunda-feira: 13 às 17h
De terça-feira a quinta-feira, das 9h às 13h e das 14h às 17h
e sexta-feira, das 10h às 13h
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um
dos últimos poemas do Clarindo
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