No dia 12 de dezembro a nossa eterna Isabelinha
tornou-se um Lindo Passarinho Azul, voou e
pousou ao lado de Nossa Senhora.


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Isabelinha,

Amigos,

Os anjos devem estar felizes porque estão ouvindo "Lindos passarinhos, azuis cor do manto de Nossa Senhora!". Nós é que ficamos tristes porque uma parte de nós, das nossas vidas, das nossas melhores lembranças nos deixou.
O carinho que sentimos pela Isabelinha não tem medida e nem pode ser entendido por aqueles que não viveram os tempos que vivemos em Barbacena, tempo de sonhos, esperanças e força. Força da juventude que nos sobrava e força daquela figura mansa, sincera e carinhosa: Isabelinha.
A foto anexa (tirada em 1981, por ocasião da reunião de 10 anos da turma 71) mostra como nós, alunos da Epcar a temos em alta estima.

71-215 Aurélio
Aurélio Agostinho dos Santos


Isabelinha,

Deixem que os cientistas e religiosos discutam a vontade...

Se os mistério da vida ainda nos impedem de saber o que há do outro lado da
vida e o que será a primeira coisa que iremos ver quando chegar a nossa hora
e atravessarmos o longo túnel, ao fim do qual muitos dizem existir uma luz
intensa e brilhante, o que iremos ouvir, TODAS AS TURMAS DA EPCAR já
sabem...:
-"Meus passarinhos azuis como o manto de Nossa Senhora..."

Que todos nós, seus "passarinhos azuis", onde que que estejamos, possamos
seguir seu exemplo de entrega e amor sincero, para que, quando pudermos
novamente estar contigo e provar de seu carinho infinito, possamos, enfim,
compreender a essencia deste amor maravilhoso que você nos dedicou...

Obrigado por todos nós e por nossos filhos...

79-060 Azevedo


ISABELINHA

O ciclo se fecha. Toda a minha vida profissional iniciou-se em Barbacena aonde cheguei em março de 1969. Ao sair do trem fomos dispostos numa formação retangular e conduzidos por caminhos que levariam à nossa maior conquista: a EPCAr. Estava um pouco ressabiado, a final, o que iria encontrar? Ao passar sob um pontilhão, observei alguns jovens fardados postados sobre o muro de entrada expressando uma certa curiosidade no olhar. Depois, constatei serem veteranos que iria encontrar mais tarde.

Já no Pátio da Bandeira, sob o comando do sargento, que pronunciava abundantemente do chavão “vivacidade”, fomos compelidos a correr desabaladamente até uns eucaliptos situados numa pequena elevação e retornar ao local de partida. Hoje, no topo da elevação há um hospital. Lembro de que na época, tive dificuldades de efetuar esses deslocamentos iniciais por estar usando um sapato social de solado liso, o que me dificultava de subir a rampa de barro amolecido.

Mais tarde, já no alojamento situado sobre o refeitório, fomos visitados por alguns veteranos que nos alcunharam de “bichos”, e o nosso alojamento, de “bicharal”. A seguir, vieram os trotes. Só que, segundo soube, foram aplicados de maneira mais “suave” do que nos anos anteriores.

Durante a quarentena foi feito quase tudo para que nos certificássemos de que aquela era a vida que realmente desejávamos. Este período me deixou espertíssimo. As cobranças eram muitas e eu não queria deixá-las sem resposta.

Finalmente, após toda a refrega, tivemos licença para sairmos da escola só que fardados com o uniforme “Quinto A”, isto é, túnica de gabardine com botões dourados, quepe e luva. Este era o primeiro momento em que envergava a farda. Embora orgulhoso, eu não sabia qual seria a reação das pessoas na rua.

Como não conhecia ainda a cidade, que só via ao longe, procurei sair com alguns colegas. Ainda ecoava nos meus ouvidos as vozes “amigáveis” dos tenentes, dos sargentos e dos veteranos, quando passamos por uma senhora de cabelos grisalhos e escorridos pela face. Ela parou numa esquina, olhou para trás e falou bem alto para quem quisesse ouvir: “Lindos passarinhos azuis da cor do manto de nossa senhora”. Confesso que, inicialmente, fiquei até meio constrangido com aquela manifestação inusitada. A minha reação foi parar e fazer um gesto de agradecimento.

Atualmente moro em Juiz de Fora e ministro aulas em uma faculdade de Barbacena. Cheguei a ver a Isabelinha, algumas vezes, de relance.

Ao saber do seu passamento, refleti sobre o que eu queria dizer com aquele gesto que fiz. Ele continha um agradecimento a ela por ter elevado o meu status de “bicho”, sujeito a todas as penalidades e considerações que este título confere, para alguém capaz de envergar uma farda comparada a um manto sagrado.

Querida Isabelinha, espero que você, esteja agora sob o manto sagrado que tanto mencionou em vida.

Descanse em paz.
Dez/2000
69-177 Silva Filho


Izabelinha - Junto do Manto de Nossa Senhora

Lembro-me dos dias que passei com diversos colegas de 66, 67 e 68, em 1968(nosso primeiro ano de EPCAR), reformando a humilde, mas aconchegante casinha da nossa Izabelinha, foi gratificante.
Saudades de Izabelinha, nossa eterna madrinha.
68-313 Joberto


Isabelinha

Depois de trinta anos seus versos ainda ecoam com clareza e emoção. Tenho certeza que onde estiver Isabelinha continuará inundando a todos com seu sincero amor. Deus a abençoe.
71-194 Miguel


Apologia à Isabelinha

Não há quem tenha vivido em Barbacena e que não tenha visto, lido a respeito, ou mesmo ouvido falar de uma figura frágil, pobre, solitária, andarilha, e por que até não dizer, lendária naquela cidade?!
Isabelinha... apenas, Isabelinha. Era como todos a conheciam na histórica Barbacena. Aparentava ser uma pessoa frágil, mas como poderia ser chamada de frágil uma figura que anos e anos demonstrou tanto vigor físico, enquanto perambulava pelos quatro cantos da cidade, em busca de não sei o quê, subindo e descendo incontáveis vezes as ruas Barbacenenses - que só quem lá esteve bem sabe quão íngremes e acidentadas são?... Aparentava ser uma pessoa pobre, quiçá despojada de bens materiais, mas não pobre de espírito, porquanto na sua simplicidade e enquanto em conversa com qualquer um de nós, transmitia-nos ânimo, alento, e sobretudo uma paz espiritual infinda... Aparentava ser uma pessoa solitária. Mas para ela mesma, por convicção, não o era; vivia a afirmar que estava sempre acompanhada por Deus, pelo seu cão - amigo fiel que a acompanhou por muitos anos - e pelos "lindos passarinhos, azuis como a cor do manto de Nossa Senhora", num plágio à máxima criada por ela mesma e tornada popular entre nós... Era uma andarilha, talvez sem rumo, ou, quem sabe, em busca de algo mais sublime, num plano bem mais elevado do que permitia a nossa vã filosofia entender... Ao contrário da maioria dos personagens históricos, dos mártires, dos heróis, de qualquer personalidade marcante da nossa Sociedade, que só se tornam lendários post mortem, Isabelinha ainda em vida já era uma lenda. E eram tantas as histórias a seu respeito, histórias estas que sempre procuravam encontrar uma explicação plausível para justificar a vida de privações por que passava aquela mulher. E falava-se sobre um possível desengano amoroso que ela teria vivido na sua juventude; e falava-se sobre um suposto desentendimento com a família, quando jovem; e falava-se da sua procedência de família rica; e falava-se de tantas outras coisas que não pudemos ser testemunhas, já que os fatos ocorridos (se ocorreram) aconteceram quando provavelmente nem nascidos éramos, tornando-se, portanto, para nós, uma lenda. Mas uma parte dessa lenda tivemos o privilégio de vivenciar... a lenda viva.
Quem não se lembra das vezes em que Isabelinha participava dos festejos da EPCAR, fosse o aniversário da escola, fosse a comemoração da Semana da Asa, ou o desfile de Sete de Setembro, quando com seu lencinho branco acenava entre tantos, saudando-nos enquanto marchávamos garbosos pela então Rua 15 de Novembro, pela "Praça dos Macacos", pela "Praça do Globo"?
Quem não se lembra das vezes que fazíamos a famigerada marcha dos onze, quinze, dezoito quilômetros, indo até o Grogotó, mas antes passando pela Rua Cruz das Almas, rua onde ela morava, sendo sempre saudados por ela da janela da sua humilde casa, ou mesmo de uma das calçadas?...
Quem não se lembra da Isabelinha que colocava seu melhor vestido, se maquilava ao seu melhor estilo, bolsa à tira-colo, lábios carmins, de um vermelho de fazer inveja à mais vermelha das rosas Barbacenenses? Tudo para ficar tão bonita quanto possível e comparecer aos eventos para os quais era convidada, sem desapontar os demais convidados?
Quem não se lembra da Isabelinha que tantas vezes subiu nos palanques, quer dentro, quer fora da escola, ladeando autoridades das mais distintas?...
Quem não se lembra das vezes em que sendo-lhe concedida a palavra fazia discursos dignos de fazer inveja ao mais douto dos doutos, tal o esmero com que usava a linguagem?
Ah, Isabelinha, por que você partiu?! Por que deixou esse vazio na história de tantos meninos que um dia, ainda inseguros, imaturos, longe de seus lares e famílias, viam na sua figura um sentimento que afinava-se com a solidão de cada um deles? Você partiu e nós estamos todos de luto. Enlutados, sim, porém sob o consolo de saber que - como nos faz ver um dos nossos companheiros - há mais uma estrela brilhando no céu, tornando-o ainda mais azul face à pureza d’alma do ser etéreo que ora chega às alturas. Estamos certos de que lá de cima você estará sempre brilhando por nós e para nós, como que a iluminar o longo caminho que ainda temos a percorrer. Temos certeza que, da forma como nos amava e por ter demonstrado ser tão forte, você continuará lá de cima a nos dar forças aqui em baixo, assim como dará conforto àqueles companheiros que antes de nós partiram e que agora estarão aí em cima, sob a sua proteção. Obrigado por ter existido entre nós e nos ter dado, de várias formas, lições de vida. Que Nossa Senhora a abençôe e guarde sob o mesmo manto azul por você tão reverenciado na vida terrena.
Descanse em paz.
Passarinho 67-382 Santos Oliveira


Isabelinha

Recebo com pesar a notícia sobre Isabelinha. Todos que tenham passado pela EPCAR nos anos 60/70 não esquecerão jamais a Isabelinha.Os encontros casuais nas ruas de BQ e a conhecida saudação:"Lindos Passarinhos, azuis, da cor do Manto de Nossa Senhora" ainda ressoam nas nossas lembranças.Particularmente, nunca esquecerei de um discurso emocionado/emocionante que ela fez, em um dos encontros de nossa turma em BQ (68), em que a colocaram em situação de destaque e pediram para ela nos dizer algumas palavras. Todos perplexos ( muitos choraram ) vimos ela desfilar palavras belíssimas, que só poderiam brotar de uma pessoa iluminada, chegou a citar DANTE, fazendo alusão à obra daquele grande pensador. assim era Isabelinha: doce e imprevisível.Vai estar sempre nos nossos corações.
68-044 Galvão


Camardas de BQ

Mesmo morando no Rio, cresci ouvindo de meu pai histórias de Barbacena, pois ele teve uma floricultura e sempre viaja para lá. Hoje em dia sempre estou a lembrar e a contar histórias de BQ para os meus filhos, só que desde ontem muito me emociono ao lembrar BQ, principalmente as madrugadas em que vi o sol nascer sentado à porta da Brasileira ou no buteco da Praça dos Macacos tentando espantar o frio e a bebedira "após baile", tomando um escaldante café com leite e recebendo da Isabelinha todos os bons conselhos, reprimendas e afagos que uma mãe poderia dar a um filho travesso.
Com todo a certeza posso afirmar que para nós a Isabelinha representa carinho, proteção.
Que neste Natal tenhamos a certeza que os anjos do céu estarão para Ela cantando:"Lindo PASSARINHO, azul cor do manto de Nossa Senhora".
Um forte abraço para todos, principalmente para os meus COLOGs 316 de todas as turmas.
Aluno 72-316 Amâncio - BQ
Cadete 78-055 Amâncio - Pira


Isabelinha

O mais comovente, o mais bonito e o mais exemplar no caso de Izabelinha é constatar que um sentimento inspira mais recordações, gera mais afeto, engrandece mais e comove mais profundamente do que mil pensamentos. Esteja onde estiver, o simples fato de ser tão recordada é uma prova cabal que, de fato, não se foi.
Que esteja em paz!!!!
74-286 Henrique


Isabelinha

Alô Pamplona
Conversei com a mãe, ela contou-me que a Isabelinha sofreu uma queda e quebrou o fêmur, e mais de 84 anos de idade levou-a ao andar de cima.
Um abraço do
70-145 Galvão


Isabelinha

Apenas dizer que você existiu, numa BQ totalmente Q. Obrigada Isabelinha pelo seu exemplo. Obrigada por ter existido. Dá pra notar que não é minha praia escrever mas precisava dizer alguma coisa.
Marly


Obrigado, Isabelinha!

ISABELINHA!
Esteja com o Deus Pai todo poderoso!
Quem de nós Bqanos e familiares poderá esquecer tão ilustre e importante figura de Barbacena? Qual de nós, que tivemos contato imediato com ela, conseguirá, um dia, esquecer a famosa frase: "Passarinho, quer contribuir para os pobres? Os pobres sou eu!!!".
Essa nobre senhora que nos deixou, além de fazer parte do folclore da cidade, era, e muitos não sabiam, possuidora de elevado grau de instrução e cultura, além de oriunda de família de posses. Virava, mexia.... e lá estava ela fazendo alocuções, no mais correto e erudito português, quer em solenidades comemorativas da cidade - exultando a data - quer à beira de um campanário, levando a sua última homenagem aos que partiam. Isabelinha poetisa, pianista, amiga e "MÃE" de todos os "passarinhos", desencontrou- se, como alguns passarinhos, de nós outros desta dimensão. E enquanto não pudermos reencontrá - la, estará sempre presente em nossas lembranças e nos nossos corações!
Obrigado, Isabelinha, por tudo o que você representou para nós. Com certeza, o Comando da Escola Preparatória de Cadetes do Ar estará preparando uma justa homenagem e, indubitavelmente, informando a todos nós, para que possamos estar presentes demonstrando á Isabelinha um pouco do muito que ela representou para nós.
ISABELINHA, NÓS A AMAMOS!
64-136 Paulo Santoro


Izabelinha! marco de BQ

Caros amigos de BQ-68!
Nossa passagem por Barbacena nunca teria sido a mesma se não tivessemos a presença dessa personagem tão cara a todos nós.
Digo todos porque, se nem todos se apercebiam dela, ela se dirigia à TODOS com o mesma alegria, respeito e, sobretudo, CARINHO, de quem, só no mundo, compreendia que, naquele momento, também cada um de nós, apartados de nossas famílias, nos identificavamos com ela.
Nossa vida na Escola, nossos antigos encontros e os mais recentes, mostraram que ela também era parte de tudo, e assim ela se considerava, enfeitando-se para nossas comemorações, participando com sua cultura musical em nossas noites de festa, enfim CONVIVENDO conosco, permanecendo como uma guardiã de nossa lembranças.
Amigos, tenho certeza que Deus, na sua infinita justiça, chamou-a para si pois foi uma mulher que, sem filhos, alegrou inúmeros de outras mães e sem família, adotou uma de incontáveis membros, ensinando, no seu exotismo, que alegria, união, respeito, carinho e Amor não dependem de dinheiro e sim de vontade.
Aos "Lindos Passarinhos Azuis, Cor do Manto de Nossa Senhora"
Um abraço do
68-330 Affonso


Mais uma estrela no céu !!!!!

QUERIDOS COMPANHEIROS
Com muito pesar soube do passamento da nossa querida e inesquecível Isabelinha. Serviu-me de alento a linda mensagem do nosso amigo Brasil que, com a sensibilidade e inteligência que lhe são características, soube tão bem definir o que aquela doce figura representou em nossas vidas. Sem dúvida, a partir de hoje, a nossa história ficou um pouco mais pobre. Mas tenho certeza de que bem lá em cima, em algum lugar no infinito, uma estrela há de brilhar abençoando a todos nós. E que Nossa Senhora, a quem tanto ela se referiu, proteja-a sob seu manto, dando-lhe a paz e o confôrto que lhe faltaram nesta vida.
Obrigado, Isabelinha, por nos fazer um pouco mais felizes ! Que Deus a abençoe!
68-369 Romar


Isabelinha

Companheiros, creio que o Brasil já disse tudo. Vamos orar para que a nossa doce e querida ISABELINHA descanse em paz.
Brasil, suas palavras nos emocionaram.
Que DEUS abençoe a todos
68-092 Roberto Pereira


Isabelinha

Não posso negar: foi um choque. A lista de e-mails mostrava três deles com o assunto "Isabelinha". Lá dentro de mim, um mecanismo de defesa disparou um alerta: Isabelinha passou... Mas como sou positivista por convicção, imaginei tratar-se de uma homenagem prestada pelo comando da nossa Escola e vi-a recebendo uma comenda do atual comandante. Que melhor Natal poder-se-ia dar tal senhora a quem tanto passamos a render homenagem ainda que tardiamente, já adultos ? Mas, infelizmente, o pior havia acontecido. Realmente a elegante e altiva dama havia partido para aquele céu que ela constantemente percebia através dos nossos uniformes azuis. Não sabemos quem acompanhou os últimos momentos de sua decolagem, espero apenas que ela tenha sido assistida como merecia. Como sugestão, gostaria que cada turma que, como a minha, em nossas reuniões, tem a tradição de fazer a chamada de todos os alunos, cada um respondendo "PRESENTE" ao ser chamado o seu nome e todos os presentes respondendo o mesmo à chamada de um companheiro falecido, inclua em sua lista o nome da Isabelinha, tornando, dessa maneira, viva a lembrança daquela que tanto nos louvava.
Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2000.
67-281 Lyrio


Isabelinha

Foi com lágrimas que li a notícia do falecimento de nossa Isabelinha. Devo ter sido apenas mais um de seus lindos passarinhos a assim reagir.Parece até que ela esperou mais um encontro de seus passarinhos, mesmo que virtualmente, para sua despedida desse nosso mundo.Isabelinha, tão querida por nós e nossas famílias, esteja com Deus.
71-001 Aldo


Isabelinha

Foi com tristeza que li a mensagem hoje,mas Deus sabe o que faz. Que Deus perdoe seus pecados e conceda um descanso eterno, verdadeiro e merecido.
70-73-218 Souza Pinto


Isabelinha

Em nome de todos os barbacenenses quero deixar registrada a nossa tristeza pela perda desta mulher que por tantos anos preencheu nossas praças, nossos caminhos e nossos corações e que soube tão bem expressar nossos sentimentos. Os epcarianos hoje estão orfãos, mas devem se lembrar do AMOR INCONDICIONAL que ela tanto sentiu por vocês, e pedir a Nossa Senhora que a receba de braços abertos.
Ilka de C. Moreira Villela


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